Nova NOTA DE REPÚDIO: O que o futuro nos reserva? por Maximillian Drugba

Notícia do Rio de Janeiro de 09 de agosto de 2011: (fonte: em.com.br)

Sequestro no Rio de Janeiro termina com quatro pessoas baleadas

Terminou por volta das 21h30 desta terça-feira o sequestro de um ônibus com passageiros na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio de Janeiro. A informação da Secretaria de Segurança Pública foi confirmada pelo Coronel Mário Sérgio Duarte, que disse em entrevista coletiva que dois bandidos foram presos e dois passageiros baleados durante a operação. Uma das vítimas estaria internada em estado grave no Hospital Souza Aguiar.

O ônibus, que pertence à viação Jurema, seguia da Praça XV para Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, quando foi sequestrado, por volta das 19h50. Antes de ser obrigado a abandonar a direção, o motorista teria conseguido avisar policiais em uma viatura, que acionaram reforço e fizeram o cerco ao veículo. Depois de três tentativas, a polícia conseguiu parar o ônibus e começou a troca de tiros. Neste momento, um policial e um homem que passava pelo local, além de dois passageiros, teriam se ferido e um dos criminosos aproveitado para fugir do local.

Quando os tiros cessaram, os policiais iniciaram uma negociação com os bandidos para libertar as 13 pessoas que estavam no veículo. Os vidros escuros do ônibus dificultaram a ação da polícia, que não conseguia visualizar quantas pessoas ainda estavam no carro. Ao longo de uma hora de conversa, os bandidos liberaram todos os reféns e se entregaram. Um deles estava com granada. Até o momento, o terceiro sequestrador ainda não foi localizado.

 

Notícia de Curitiba do dia 10 de agosto de 2011: (fonte: blog do Esmael)

Novo Paraná”: Superlotação nas escolas causa revolta e professores falam em greve contra Richa

A Secretaria de Estado da Educação (Seed) do Paraná determinou nesta semana que todas as escolas da rede pública fechem turmas que tenham menos que 39 alunos. A medida, que já está sendo cumprida, desencadeou uma revolta na comunidade escolar (professores, pedagogos, funcionários, pais, alunos e diretores).

 

A nova determinação do governo tucano exige que as turmas tenham “no mínimo” 39 alunos. Ou seja, não há um teto máximo. As salas de aulas estão ficando superlotadas. Algumas poderão abrigar até mais de 56 alunos. É o caso de uma escola no bairro Campo Comprido, em Curitiba.

O limite máximo estabelecido pela Lei 9.394/96, a Lei de Diretrizes de Base da Educação Nacional (LDB), é de 25 alunos por professor, durante os cinco primeiros anos do ensino fundamental; e de 35, nos quatro anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

A revolta dos educadores com o fechamento de turmas faz sentido. Com menos professores e mais alunos, as salas de aula ficarão superlotadas; os professores se desgastarão mais e casos de afastamentos e readaptação serão mais frequentes; a qualidade do ensino cairá ao chão.

Não concordamos, em hipótese nenhuma, que sejam unidas turmas e criada superlotação, enquanto lutamos pela diminuição no número de alunos por sala de aula”, disse a presidente da APP-Sindicato, Marlei Fernandes.

O fechamento de turmas pelo governo de Beto Richa visa maquiar a situação da educação, que enfrenta falta de educadores e salários baixos. O aumento de 26% prometido pelo tucano durante a campanha poderá até ser cumprida a custa do adoecimento dos educadores, da diminuição de trabalhadores e da queda na qualidade do ensino.

Professores de escolas em Curitiba ameaçam não entrar em sala de aula enquanto a Seed não rever essa determinação. A categoria também fala em realizar uma greve contra a superlotação nas salas de aula.

Notícia de Curitiba do dia 10 de agosto de 2020:

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5 comentários

Filed under administração, opinião

5 responses to “Nova NOTA DE REPÚDIO: O que o futuro nos reserva? por Maximillian Drugba

  1. Apesar do Rio ser tido como uma cidade violenta ,nunca passei por nenhuma situação assim , mas deve ser terrível .

  2. O que o futuro reserva? Se continuar assim nada pq tudo sera destruido

  3. Dificil projetar o que o futuro nos reserva diante de tantas situações de violência pelo país afora (o problema de criminalidade não é mais grave do que o de várias outras cidades do País). Associando essa questão à matéria que fala do aumento de alunos em sala de aula, talvez possa haver entre as duas matérias, uma relação quase que imperceptível. A redução de turmas e aumento de alunos em sala de aula vai causar no mínimo, um impacto na qualidade de educação (que já não tem tanta qualidade assim, diga-se de passagem). A diminuição da qualidade do ensino, provocada também pela insatisfação dos educadores, fará que com as gerações futuras tenham uma formação de qualidade inferior, e consequentemente, condições de vida digna inferiores, e aí, chegamos à questão da criminalidade aumentando, uma vez que em muitos casos, o que motiva o crime é a falta de oportunidade, associada a uma necessidade cada vez mais das pessoas de melhores condições de vida. Não sei dizer , repito, o que o futuro nos reserva, mas sei que uma boa solução seria acabar tudo agora, e começar tudo de novo.

    Um abraço

  4. Muito tenso!
    O que o futuro nos reserva é algo previsível já que o nosso futuro é baseado no hoje.
    Se apagassem o ontem, se mudassem tantos maus hábitos, e mudassem o hoje, acredito que o futuro poderia melhorar. Mas infelizmente não é assim, né…

    Ótimo post!!

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